Prefácio

Este Blog destina-se a falar de veleiros, navegadores, e também contar as aventuras do nosso veleiro Bella Mar. O Bella Mar é um veleiro MB 45´construído em Porto Alegre pelo sr. José Carlos Cristini, de quem eu adquiri o barco em outubro de 2010. A construção do Bella Mar, que chamava-se Paradoxo, teve início em 1998 e terminou em 2003. Na sua construção foram usados reforços extras além de placas de Divinicell no convéz e costado. A carpintaria foi feita pela Barcosul. A quilha, agora de chumbo, e o leme foram re-projetados pelo Carabelli, e o seu novo calado é de 1,65m. a mastreação, fabricada pela Farol Náutica, também teve a sua altura reduzida em 2 m, e tem armação em Cutter com cruzetas anguladas. ________________________________________________________________________ Bons Ventos a Todos, ______________________ Munir Ricardo Alle

26 de fev. de 2012

Velejando de Porto Alegre a Rio Grande – Destino Punta Del Este

08/02/2012 - Veleiro Bella Mar -
Tripulantes: Munir Ricardo Alle, Silvio Telles e Alexandre Gadret.
Destino - Rio Grande 

 
Saindo Do CDJ - Porto Alegre

Depois de esperar pela janela de tempo certa desde o final de semana, saímos de Porto Alegre quarta feira dia 8 de fevereiro as 1315hs com destino a Rio Grande.

Esperávamos um velejo tranqüilo com ventos fracos de NE e possivelmente um temporal próximo a entrada do canal da Feitoria.

Na verdade saímos sem vento e motoramos até Itapuã, onde já começava a soprar um vento de NE. Entrando na Lagoa dos Patos, colocamos os panos pra cima, abrimos a trinqueta e a genoa, com um ponto bem aberto. O barco logo estava fazendo 7,5 nós. O calor estava insuportável, então aproveitamos para tomar um banho de lagoa sendo arrastados na popa do barco. Claro que para isto tivemos que soltar bem as velas para que a velocidade diminuísse par uns 5 nós. Logo após o banho, consegui chutar uma antepara dento do barco e quebrei o dedinho do meu pé direito. Doeu muito e me lembrou de NUNCA andar descalço no barco.

Alexandre - Excelente no covéz e na cozinha
O Alexandre mostrou uma de suas qualidades e assumiu a cozinha, preparando um jantar, massa a bolonhesa (um pouco exagerado na quantidade, mas muito bem feita). Daí para frente ele cozinhou todas as refeições.

Velejávamos bem e por volta das 2200hs eu fui deitar, porém o calor era de mais para conseguir dormir confortavelmente. A 0000hs notei uma movimentação da tripulação e ouvi ligarem o motor. Logo me dei conta de que as luzes que via não era a lanterna iluminando as velas. Assim me levantei para deparar-me com o início do temporal. Muitos raios, chuva forte e um vento de uns 50 a 60 nós a uns 15° na nossa proa. Estávamos bem entre o banco da Dona Maria e o Bojuru. A velocidade do barco caiu para 1,8 nós e a nossa proa ia direto para o Bojuru (terra).- A tripulação mostrou-se preparada, e assim que o vento diminuiu, ligaram o motor e tiraram todas as velas.- Eu e o Alexandre estávamos protegidos sob o Dog House enquanto o Silvio seguia açoitado pela chuva no  timão. Aos poucos fomos corrigindo a rota e conseguimos acertar o rumo e também melhora a velocidade elevando-a a 2,5 nós. O temporal durou apenas uns 45 min, e logo depois a lua cheia voltou a brilhar.

Pescadores de Camarão
As 0645hs passávamos pela primeira bóia do canal da feitoria onde navegamos sem nenhum problema. Encontramos muitos pescadores de camarão estavam fazendo a festa com a maior safra deste crustáceo nos últimos anos.

Bem próximo a Rio Grande quando fomos preparar os cabos para as amarras notei algo muito estranho. A luz de navegação estava pendurada pelos fios e a âncora Bruce de 20 kg não estava mais na proa do barco. Apenas se via a corrente e o distorcedor. A âncora se foi com as ondas no temporal. O parafuso do distorcedor caiu e âncora foi atrás. Desta situação surgiram várias piadas, do tipo – quem vendeu a âncora para os pescadores no meio da lagoa, um tripulante com a bagagem muito pesada ao desembarcar... etc.

1215hs chegamos ao RYC. Amarramos o barco no Trapiche externo, pois não sabia que os trapiches internos haviam sido dragados e agora calam 3 m. Pude comprar uma ancora CQR usada na loja ao lado do RYC.

Checamos a previsão de ventos e vimos que os ventos do quadrante Sul permaneceriam até o domingo dia 12, quando começariam a mudar novamente, soprando então de NE novamente. Decidimos voltar para Porto Alegre e retomar a viagem no dia 12, domingo.


A esquerda - Silvio sempre mantendo o barco organizado.

6 de fev. de 2012

Rolex Clássic 2012

Este ano a Rolex Classic estava melhor do que nunca. Mais de 30 barcos antigos reunidos para as regatas e também, é claro, exibir suas belas linhas num verdadeiro desfile de beleza.

Estive mais uma vez a bordo da Atrevida que, como de costume, fez muito bonito em Punta del Este.

Na primeira regata (Praia Mansa) largamos de forma bem competitiva. O vento era quase de través na largada e foi muito complicado com toda o flotilha, barcos de todos os lados. Um chegou a pedir água. Nós respondemos que não poderíamos alterar o nosso rumo por causa de outros barcos a barlavento de nós e também pela própria dificuldade de se alterar o rumo de um barco de 106 pés construído em 1923 e que pesa 90 Toneladas. Se ele quisesse pedir água era melhor que estivesse usando colete salva vidas. Na nossa proa, um barco de uns 32 pés resolveu orçar para não ficar a sotavento. Foi uma decisão muto arriscada fomos forçados a arribar para não bater nele, e o Gurupés da Atrevida passou a uns 20 cm do meio da mezena do barco e avançou por cima da popa deste (foto a cima). Logo após a largada deixamos toda a Flotilha para tráz e fomos Fita Azul seguidos pelo Fortuna da Armada Argentina. Ao final da Regata a tripulação do fortuna passou ao nosso lado e aplaudiu-nos, num ato muito elegante.

Já na segunda regata as condições eram outras. Receosos com o que tinha acontecido no primeiro dia, largamos mais para traz, em último. As condições eram mais perigosas, o vento era muito forte e as ondas no canal do porto, local da largada chegavam a mais 2 metros e bem curtas. Deixamos para subir a vela Fisherman e a entremastros depois da largada. Seria ainda uma boa regata, pois o vento era bem forte. Só que o nosso tático (excelente, por sinal) tinha ainda algumas falhas de comunicação. Uma delas era a de não ouvir ninguém. Eu, o Carlinhos e mais alguém, que não me lembro quem era, avisamos várias vezes que faltava a escota de barlavento da Fisherman. Assim ele ignorou a todos e mandou a vela pra cima. Quando esta já estava em cima ele informou o que todos já sabiam, que iríamos dar um jaibe na bóia da praia mansa. Daí eu perguntei novamente: Como você pretende caçar a vela no outro bordo sem a escota? Vc tem alguma técnica especial que eu não conheço? Então tornamos a abaixar a vela e fazer todo o processo novamente. Neste meio tempo, andávamos no último bloco junco com os menores barcos, enquanto o Fortuna, o Chipino, o Horizonte e o Sonny (barcos mais rápidos) abriam uma grande margem. Ainda estaria tudo bem, se a regata não tivesse sido encurtada. Conseguimos chegar em segundo e quem levou a Fita Azul foi o Fortuna (foto a cima). A nós coube aplaudi-los, e depois fazer uma reunião com a tripulação para melhorarmos as comunicação a bordo.

Na terceira Regata (La Barra) Largamos bem, assumimos a ponta no início. Na segunda perna, um longa orça até a Isla de los Lobos perdemos a posição para o Sonny (foto ao lado), barco do Germann Frers, pois ele orçava muito e nós tivemos que sangrar muito a bóia para não termos que dar bordos (que seria ainda pior). Logo recuperamos a posição e ganhamos com larga margem. As manobras foram perfeitas e a tripulação mostrou que estava bem entrosada.

No último dia ( Isla Gorriti) largamos junto com a Flotilha com vento fraco e ficamos muito tempo em 5o lugar. Na Frente estava o Fortuna, seguido pelo Orizonte, Chipino e Sonny. Fomos assim até Punta Ballena para onde seguíamos em um bordo em popa com Spi. Lá o vento começou a arribar e os lideres caíram muito. Tiramos o balão rapidamente e orçamos para a bóia, deixando o Fortuna para traz, encostamos no Horizonte, o qual passamos logo após a montagem da bóia e nos aproximamos do Sonny e o Chipino que orçam muito. Claro que a volta era de contra vento. O Chipino e o Sonny optaram pelo bordo da praia onde há menos corrente. Nós, por motivo de calado tivemos que ir pelo meio da baía, onde tinha corrente contra, mas tinha mais vento e mais rajadas. Conseguimos montar a bóia da praia mansa próximo ao Sonny que passamos logo depois. O Chipino estava muito a frente, e achamos que não conseguiríamos alcançá-lo,

Contudo a nossa sorte havia mudado, o vento foi aumentando e arribando, dando-nos as condições ideais. Nas rajadas a Atrevida chegou a adernar mais de 30 graus. O Atila estava com medo que viesse tudo a baixo e ordenou todos para barlavento. O Fábio ficou na escota da genoa a sota e numa das adernadas ele ficou mais de 30 segundos competamente mergulhado se agarrando na escota da genoa que não estava presa no selftailing A água batia na catraca e nele levantando um leque de mais de um metro e meio de altura, pois o barco velejava a onze nós. Trimavamos o barco como se fosse um monotipo caçando, soltando, arribando e orçando a cada rajada. Tudo orquestrado pelo Gabi o nosso tático. Foi um final de regata emocionante e passamos o Chipino quase em cima da linha. Ganhamos por 8 segundos.

Agora vamos aguardar o Rolex Classic de 2013, ano em que esta jovem e Atrevida Senhora completará 90 anos.

 






3 de dez. de 2011

Bella Mar de volta as águas...

 VOLTANDO AO SEU HABITAT NATURAL


PRONTO (a Cima)










  
O CASCO ANTES (direita, cima)



 "Reparem que as algas já estavam mortas devido ao uso do Antifoulong Ultrasônico, que fora instaldo alguns dias antes de tirarmos o barco da água."


Finalmente o Bella Mar foi para a água depois de 3 semanas em seco se preparando para o verão, ou diria, os próximos verões.

Para mim, o planejamento e a logística desta empreitada me deram mais trabalho do que o serviço em si, pois levantar um barco de 14 Toneladas, como é o Bella Mar no Clube dos Jangadeiros é uma tarefa complicada. Primeiro porque estamos no limite do guincho, depois temos o problema da falta de carreta para desloca lo no pátio, e por último a mão de obra, pois a sua área molhada mais parece um edifício. Resolvido tudo isto. Contratei os melhores profissionais (Pedro Donatti, Pedro Bicudo e Ricardo Duquinha) e depois que o barco saiu da água fui passar um pouco de frio, a trabalho na Europa.
 

Neste processo fizemos uma nova plataforma na popa, pois quando o barco foi construído, não fizeram uma. No corte feito podemos observar a qualidade da laminação, divinicell e estrutura deste barco, conforme foto ao lado.


Também foi feita a tão esperada pintura de fundo. Optei por usar as Tintas da INTERNACIONAL, fornecidas pela INTERSUL do Afonso, que como sempre, supervisionou pessoalmente os trabalhos realizados. Pedi a ele que desenvolvessem um plano de pintura que durasse pelo menos 3 anos. Assim ele me sugeriu usar, ao invés das tintas utilizadas normalmente em embarcações de recreio, usar o tipo de tinta para barcos comerciais que tem garantia de 36 meses, conforme segue a seguir:

01 demão geral de tinta GALVERETTE branca (camada fina)
01 demão geral abaixo da linha dágua de tinta INTERGARD 263 – epoxi selador
03 demãos de tinta INTERSPEED 6400 vermelho  


Para garantir o não crescimento de cracas, Algas, nem mexilhões dourados quando o barco ficar parado por períodos mais longos, instalei um Antifouling Ultrasônico, este garante a não formação da placa, aquela "gosminha" onde todos os organismos aderem depois. Com o Antifouling Ultrasonico, protegemos até hélice e o eixo, que não recebem tinta.
Falaremos em detalhes sobre este equipamento em outra postagem.

Mais alguns ajustes finais e em Janeiro vamos para o Uruguay, se Deus quiser!    ~_/) ~

3 de nov. de 2011

VOLVO OCEAN RACE NA PALMA DA MÃO!

Vai começar a escalada do Everest da vela.

Um dos poucos grandes desafios no mundo moderno. A volvo Ocean Race.

Este grande evento esportivo, que acontece em lugares tão distantes é acompanhado de perto pela grande maioria dos velejadores e entusiastas atravé do uso de tecnologia no site http://www.volvooceanrace.com/ .
Contudo agora ficará ainda mais fácil de se acompanhar este evento com as versões para celulares e tablets.
É só baixar o aplicativo para o seu aparelho e ficar antenado na evolução da flotilha.


O aplicativo gratuito da Volvo Ocean Race 2011-12 pode ser baixado dos seguintes sites:

iTunes:
itunes.apple.com/app/volvo-ocean-race-2011-2012/id471263328?mt=8
Android Market:
https://market.android.com/details?id=net.volvo.oceanRace&feature=search_result

29 de out. de 2011

Veleiro Delta 41

Dia 25 de outubro tive a oportunidade de ver o novo veleiro da Delta Yachts. O tão esperado Delta 41.

Estava passado pelo Veleiros do Sul, para providenciar uma carreta com capacidade para o Bella Mar, quando me deparei com o Ricardo Weber e o novo veleiro Delta 41 que acaba de ser lançado.
Estavam reunidos, o Ricardo Weber, Nestor Wolker e o Manotaço, discutindo alguns aspectos do novo barco.  Logo chegou também o Boris Ostegren para também apreciar o barco.

Como todos os barcos da Delta, este também é muito bem feito, e o cuidado nos detalhe e sofisticação são evidentes desde a escolha das ferragens, gelcoat, mastreação e é claro, no acabamento interno.

O Delta 41 vem com buja auto cambante , iluminação toda em LED duas rodas de leme. Estas um pouco pequenas na minha opinião, mas sem dúvida deixam um pouco mais de espaço no cockpit.
As vigias laterais de abrir estão abrigadas sob um pequeno overlap do convés sobre a cabine seguindo uma tendencia moderna, vistas nos modelos mais atuais da Beneteau e da Hanse. Este overlap permite que deixe-se a vigia aberta sem que, em caso de chuva ou sereno,  água caia dentro do barco. No dia que visitei o barco chovia, e a água não entrava no barco.

O espaço interno é muito bom, e o banheiro tem Box separado e com acesso ao paiol de popa.
As cabines, de popa e de proa também são espaçosas e claras.

Os balcões da cozinha e banheiro são em Corean, e a mesa de navegação tem um tamanho correto.




Sem dúvidas um lindo barco onde foi empregada muita tecnologia e design além do esmero na qualidade dos acabamentos comuns aos  veleiros da Delta.


Parabéns ao pessoal da Delta Yachts e ao Nestor Volker por mais este veleiro que será um grande sucesso.

Ao Lado o casco no. 1 do Delta 41

17 de out. de 2011

Navegando Sem Eletrônicos

É verdade que todos nós hoje sabemos usar um GPS e quase todos os barcos, se não todos, tem um pelo menos um Chart Ploter a bordo.
O problema esta na nossa dependência destes instrumentos eletrônicos, que sem sombra de dúvidas, muito facilitam as nossas vidas. Recentemente, nos Estados Unidos houve interferência na transmissão de dados dos GPS causadas por uma freqüência de rádio muito próxima da freqüência utilizada pelos sistemas de GPS, causando pânico e protestos.
Isto mostrou uma das vulnerabilidades do sistema, e levantou a pergunta: Quem de nós ainda se considera apto a fazer navegação por estimativa, ou ainda pelo sol com uso de sextante?
O que fazer quando o GPS falha? Ou melhor, quando os eletrônicos falham?
Por isso é muito importante, de tempos em tempos fazer a navegação com uma alidade, a carta náutica de papel, réguas etc. afim de que não esqueçamos estas habilidades que a poucos anos atrás eram  só o que tínhamos.
Também é importante saber quanto o barco deriva na orça e ter estes parâmetros anotados. Saber considerar correntes, principalmente no mar aberto é outro fator importante. Em especial velejadores dos mares do Sul do Brasil que enfrentam correntes muito fortes entre o Rio Grande e Florianópolis, seja com vento Nordeste, ou Sul.  Estes parâmetros podem ser observados facilmente quando se usa o GPS. Basta apenas anotar para uma eventualidade futura.

Recentemente a Regata  Marion (USA) to Bermuda contou com oito barcos na categoria de 50 pés que navegaram sem auxilio de GPS, usando apenas navegação celestial e por estimativa. Todos chegaram sem problemas.
Aqui vai uma dica importante para calcular a velocidade de um barco, quando não se tem instrumentos:
1o. Larga-se uma lasca de madeira, rolha, ou qualquer outo artefato que flutue na proa do barco, como mesmo em movimento, e  marca se o tempo que este objeto demora para cruzar a linha da popa do barco.
2o. Aplicando este tempo observado a formula abaixo, pode-se calcular a velocidade do barco.
Calculando  a velocidade de um barco:

Velocidade  =  60 (seg/min) X 60(min/Hor) X comprimento do barco em pés / 6076,1(pés/Mil naut)  X  tempo (seg)

No caso do Bella Mar, já tenho a formula reduzida a seguinte forma:

V=(3600X45)/(6076,1X T)

V=26,6618/ T

Isto pode ser muito útil, e mantido no livro de bordo.
Vale à pena testar estas técnicas. Nunca sabemos quando vamos precisar delas.

7 de set. de 2011

UPGRADES NO BELLA MAR

Visando o verão e a viagem para o Rio da Prata que se Deus quiser farei em dezembro/2011, o Bella Mar está recebendo uma série de upgrades. Isto vai desde Eletrônicos e enrolador até uma pintura de fundo nova.

Dentre as primeiras modificações, está uma geladeira nova, mais eficiente, e versátil que a antiga. Esta funciona em 110/220 v 50/60 Hz, além, é claro, de 12 v.

Instalei chuveiro com um "Box" para banho que não tinha.

Depois disso, o barco recebeu dois Ploters. Um para a bitácora e outro na mesa de navegação. Sendo que o primeiro eu já tinha há alguns anos, um Garmmin pequeno. Já o da mesa de navegação é um Northstar de 12" com Radar digital que eu comprei na Equinautic. O funcionamento deste radar é fantástico, sem termos de comparação com os antigos em qualidade de imagem e eficiência. Ainda em eletrônicos, instalei um VHF novo, com receptor de AIS.

Para entretenimento foi instalado uma TV de LED e um sistema de som com DVD.

Já na parte elétrica, adicionei novas luzes de navegação de LED, duas placas solares de 40 W e um gerador eólico de 400 w (fornecidos pela Brasil Hobby). Mais dois baterias de ciclo profundo para serviço, totalizando 450 A.

No convés foi instalada uma targa com turco (feitos pela Náutica Navegantes, Sadi), onde foram instalados o Gerador Eólico e as Placas Solares.

Na Retranca colocamos uma armação em alumínio (Sadi) para que a vela fique apoiada quando baixa, pois substitui o antigo bate vela por uma capa tradicional (Tolaso Sails).

Ao Redor do mastro foi adicionado um par de "granny bars", barras de segurança (Sadi) para ter apoio quando se trabalha as adriças e rizos.

O Barco já tinha um stay para trinqueta, assim foi só instalar um enrolador da Nautos e uma retranca, feita pela Farol Náutica e a vela nova com Dacron de 9.4oz (Olimpic) .

Dependemos agora apenas de fazer a pintura de fundo, com as tintas da INTERNATIONAL (usada em barco comercial, com duração de 36 meses) e o barco estará pronto para o verão!

(logo publicarei as fotos)